O ataque da Ideologia de gênero no Vôlei feminino

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A ideologia que começou com discussões sobre banheiros públicos agora invade os esportes e coloca contra a parede justo as mulheres, aquelas que, para as feministas, seriam as grandes privilegiadas com a ascensão da teoria de gênero. Aliás, nenhuma feminista abriu o bico sobre esse caso até agora.


O Comitê Olímpico e a Confederação Brasileira de Vôlei, que fazem todo tipo de exigências às mulheres para não serem pegas no teste anti-dopingdevem explicar por que um atleta que cresceu com uma musculatura masculina pode atuar livremente entre as mulheres, enquanto estas mal podem engravidar sem correrem o risco de perder a vaga no time.

Por que um atleta que cresceu com uma musculatura masculina pode atuar livremente entre as mulheres?

Essa discussão, não tem nada a ver com preconceito. Existem vários homossexuais esportistas, e isso nunca foi um problema. Estamos falando, ao contrário, de uma politização flagrante que, para atender aos desejos de uma militância e ao discurso politicamente correto, desconsidera a biologia e coloca, sim, um homem para substituir e jogar contra mulheres.

A vida particular de Tiffany (Ex-Rodrigo) não está em discussão. Mas, ao mesmo tempo, não somos obrigados a fechar os olhos para uma realidade tão gritante. O órgão que a liberou para jogar entre mulheres — sem sequer exigir a cirurgia para mudança de sexo — é o mesmo que, em 2016, barrou a participação da atleta Dutee Chand nas Olimpíadas do Rio porque, segundo os especialistas, ela produziria testosterona demais. Dutee teve de provar na justiça que é mulher.

Até quando as pessoas vão se iludir? Estamos assistindo à substituição de mulheres por homens nos esportes. O que precisará acontecer de mais grave para que entendam, de uma vez por todas, que a ideologia de gênero não pretende defender minorias, mas provocar um caos irremediável na sociedade? Fatos como esse só comprovam o que há anos estamos dizendo: quando ideologias pretendem substituir a lei natural, não há benefício algum para a sociedade, muito menos para as ditas minorias. E as meninas do vôlei estão sentindo isso na pele.

Ana Paula comenta sobre liberação de trans na Superliga:

“Não é preconceito, é fisiologia, problema é que todas as jogadoras não puderam construir seus corpos, músculos e ossos com a ajuda da testosterona, e essa “moça” pôde durante anos”.

Fonte: padrepauloricardo.org
Frase de Ana Paula: Esporte e Noticia2

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